
Muitos me perguntam por que escolhi trabalhar especificamente com madeiras de reaproveitamento. A resposta vai além da sustentabilidade; ela envolve a nossa capacidade de interagir com as energias invisíveis que moldam o nosso mundo nesta Transição Planetária.
O Rádio e a Estação: Theta e o Campo Morfológico
Para entender como o reuso impacta o planeta, imagine que a nossa mente é um rádio. No dia a dia, vivemos em uma frequência acelerada (Beta). Mas, para acessar informações mais profundas, precisamos baixar essa frequência para o estado Theta — um estado de relaxamento e presença absoluta.
É nesse silêncio interno que conseguimos sintonizar os Campos Morfológicos. Esses campos são como “memórias coletivas” da natureza. Quando eu entro no meu ateliê e começo a trabalhar uma madeira de descarte em estado de presença, eu não estou apenas lixando uma ripa; estou acessando e alimentando um campo de regeneração e cuidado.
A Prática da Transmutação
Segundo a teoria da Ressonância Mórfica, quando mudamos o nosso hábito e a nossa percepção, facilitamos para que outras pessoas façam o mesmo, mesmo que elas não estejam por perto. No @feitoaelis, essa é a minha missão secreta:
- Acalmar a Mente (Theta): Ensinar você a fazer algo com as mãos para que sua mente descanse e sua alma se abra.
- Alimentar o Novo (Campo): Mostrar que o que o mundo chama de “lixo” é, na verdade, matéria-prima para a beleza. Ao fazermos isso, fortalecemos o campo da abundância e do respeito à criação.
O Convite para ser Co-criador
Trabalhar com madeira de reuso em frequência Theta é um ato de oração. É dizer ao Universo que estamos prontos para a Nova Era, onde nada se perde e tudo se transforma através do amor e da consciência.
Cada objeto útil que nasce de uma sobra de madeira é uma vitória da luz sobre o descarte. É o sinal de que o Portador (nós) entendeu como abrir o Portal (a ação) para que uma nova realidade se manifeste na Terra.

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